O dilema de comer nos finais de semana

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Olá.

Mamãe aqui está se sentindo confusa e frustrada. Bom, desde meu retorno ao trabalho, após a licença maternidade, Davi fica o dia todo na casa da minha mãe. Decidimos que escolinha somente após dois anos, quando ele começasse a aprender a contar o que rolou durante o dia. OK, decidido, lá se foram dois anos rápidos e ainda passo pelo velho dilema da hora da refeição nos finais de semana.

Durante toda a semana, ao buscarmos o Davi na vovó é sempre a mesma história: “Nossa, Davi comeu bastante hoje. Tomou leite pela manhã, pão, bolachas, almoçou bem, quis repetir e blá, blá, blá e blá, blá, blá”. Enquanto minha mãe conta, é inevitável meu pensamento “Não vejo nada disso no final de semana” 😦

E é fato! Quando o final de semana chega, já começo a me planejar e procurar comprar as coisas que ele (de acordo com a propaganda da minha mãe) tanto gosta.

E lá vou eu no sábado controlando o relógio para fazer tudo certinho, mas meu sofrimento começa logo ao acordar: ele não que saber do leite na mamadeira, come um pedacinho pequenino de pão…e nega tudo o que é oferecido, menos o ovo mexido que o papai ama fazer e comer no sábado pela manhã. Quando eu acho que as coisas vão melhorar, chega o horário do almoço e é a mesma luta: primeiro a gente senta pra comer e ele quer escolher o lugar: ou no sofá, ou na cama assistindo desenho, eu aceito para tentar salvar a hora da refeição. Primeira colherada e ele já se levanta e parece uma lagartixa com caimbra que não para quieto. Daí a minha paciência vai ficando no vermelho e nada de ele abrir a boca. Faço palhaçadas, aviãozinho, helicóptero e ele fala pra mim: “come mamãe” apontando a colher pra minha boca! Oh meu Deus, eu assumo que para essa parte da maternidade eu sou um fiasco! A comida esfria, ele esbarra na colher e cai em cima da cama ou do sofá, eu tento limpar e derramo o suco, ele come três ou quatro colheradas e eu desisto! Ufa!

Mais tarde ofereço uma fruta, vitamina, biscoito e ele “só belisca” uma coisinha ou outra! No jantar a cena se repete do mesmo jeito. Daí eu penso: Qual a fórmula mágica da vovó? Por que eu não consigo? Ok, diz aí, onde estou errando…eu aguento! Mas por favor, me ofereçam uma luz para que ele coma um bocadinho mais com a mamãe aqui!

E quando a gente for viajar, como vai ser? Em nossas últimas férias foi um sofrimento. Uma semana comendo mal, negava tudo o que era oferecido e olha que tinham muitas opções gostosas e caseirinhas, do jeitinho que ele está acostumado. Chegamos em São Paulo com um bebê com febre, chegou até perder peso, mas que quando chegou na casa da vovó logo se recuperou. E não adianta dizer que a comida da vovó é melhor que a minha não, pois às vezes (sempre kkkkkkk) eu levo a “marmitinha” dele pra casa, para ver se vai…mas não tem jeito, não vai!

É isso, vamos ver se encontro uma solução para esse dilema da refeição………..

 

 

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