Finalmente, um dia só meu!

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Olha eu por aqui!!!! rs

Saudades de escrever!

Comecei minha semana contente, pois tive um final se semana diferente. Não fui à festa de família, não fiquei em casa de bobeira e nem me estressei de tanto faxinar a casa! Uebaaa!
Bom, o que eu fiz então? Fui num encontro de amigas que há exatamente 15, isso mesmo, 15 anos não nos víamos. Uma delas organizou tudo e uma a uma foi aparecendo e confirmando presença. Amigas de Secretariado, curso técnico que estudamos 4 anos juntas (de 1997 a 1999) Uau!
Conforme o final de semana foi chegando, fui ficando ansiosa: “será que vou conseguir participar?” “será que conseguirei adiantar tudo para poder ir?” “será que terá alguém para ficar com o Davi?”, etc, etc, etc!
Deu tudo certo!!!!
O campeonato de futebol do meu marido começou justamente no sábado, então ele saiu logo de manhã de casa. Um pouco mais tarde meu cunhado veio buscar o Davi, pois ele e minha sogra levariam ele para assistir uma peça infantil no Itaú Cultural. Olha que máximo, minha sogra ficou com o Davi e ainda com um programa diferente para ele (e ela, claro), se divertirem!!!
Bom, assim que todos saíram começou o MEU dia, só MEU! Liguei uma música alta (nossa quanto tempo EU não escolho a música num sábado kkkkkk) e fui tomar um belo banho…..depois me arrumei tranquilamente, escolhi uma roupa, maquiagem, perfume, dancei pela casa, troquei algumas mensagens com as meninas e lá fui eu, toda prosa para o encontro com “azamigas”! Até o dia contribuiu, estava lindo, um sol maravilhoso depois de uma semana inteira de mega frio.
Gente, foi um dia especial, demos muitas risadas, lembramos de muitos acontecimentos da época da escola, falamos de filhos, família, jogamos muita conversa fora e minha cabeça estava muito, muito, mas muito leve mesmo!
Sair da rotina me fez muito bem, nada de casa para limpar, festinha na família, correria, corre pra lá e pra cá que nem uma louca e quando vê já acabou o dia!
Preciso fazer isso mais vezes, sair da alienação e entender que eu também mereço um dia de lazer, de me reunir com as amigas, de manter contato com pessoas tão queridas que deixamos que o tempo vá levando junto com ele. Ahhhhhhh as amigas, como nos fazem bem! E de quebra ainda foi proporcionado um dia especial para a vovó (mãe do marido), que quase não fica com o Davi tanto tempo assim! Nem peguei no pé do papai, tipo “que horas você chegou?” rssss
Saldo do dia: mamãe se sentindo “mulherzinha descolada” e todo mundo feliz!
Quando é o próximo mesmo? rsssss
🙂

E começa um novo ciclo

Olá!

Ontem nós católicos comemoramos o dia de Reis. Aquele dia em que se celebra a visita dos três Reis Magos ao menino Jesus recém nascido, guiados por uma estrela e levando presentes. Também é o final das festividades Natalinas, onde os enfeites são retirados e guardados para o próximo ano.
Nesse clima de ontem, eu estava lamentando sobre não ver mais os enfeites pela cidade, em casa e as luzes coloridas. E então eu lembrei de como o Davi se encantou com tudo isso e fiquei com dó de pensar que agora, quando chegarmos em casa não terá mais o pisca para acender e surpreendê-lo. Só que mais do que isso (pois no final do ano enfeitaremos novamente) é sobre a mudança que ocorrerá durante o ano que irá passar. Nesse ano, ele começou a aprender algumas palavrinhas e foi a coisa mais linda ouvir e ver, seja ao chegar em casa, na rua, ou onde quer que fosse, que tinha luzes natalinas piscando, aqueles olhinhos brilhando, aquela voz gritando e o dedinho apontando com entusiasmo: “alááááá” “olhaaaaaaaa” Tudo será diferente…
Teremos um menininho mais crescidinho, com novas palavras e novas reações. Pode ser que o encanto ainda persista com intensidade, mas com certeza não será como foi e isso já dá uma saudade!
Ok, sei que estou exagerando, dramatizando, enfim….nem ligo! rssss
E assim começa um novo ciclo, deixando para trás lembranças gostosas de se guardar, mas com novas emoções para curtir!

O canto da árvore era um alegria só!

O canto da árvore era um alegria só!

É isso!

até!

Promessas para 2014

Feliz 2014!

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Adeus ano velho…feliz ano novo…que tudo se realize, no ano que vai nascerrrrrr

E como começo de ano é época de novas (ou velhas) promessas, eis as minhas metas para esse ano:

🙂 Cuidar da saúde e aparência! rsss Esse ano que passou fiquei um pouco para segundo plano, o resultado foi uma aparência mais desleixada e alguns picos de pressão alta. Portanto……vamos sacudir o esqueleto!

🙂 Estar mais em contato com a natureza. Chega de ficar muito tempo dentro do apartamento! Agora que o Davi já está mais mocinho, vamos voltar a ir mais para a praia, ir ao parque, andar de bike, ficar mais ao ar livre, respirar novos ares!

🙂 Aprender novas receitinhas: ok, a comida da vovó é muito mais gostosa, mas isso não quer dizer que a mamãe aqui não poder dar uma aperfeiçoada no cardápio do bebê e deixar o paladar mais aguçado! Uebaaaaa! rsss

🙂 Ler mais: ler para mim e para estimular o Davi. Até agora quando tentei ler para ele, o momento durava apenas alguns segundos, ele simplesmente saía engatinhando deixando a mamãe aqui falando sozinha. Será que agora vai? kkkkkkk

🙂 Organizar melhor armários e gavetas: Sim, eu deixo tudo bagunçado e depois não acho nada e pior, quando acho já não serve mais no Davi! 😦

🙂 Continuar a relatar minha incrível viagem como mamãe aqui no blog!

🙂 Continuar uma mãe-criança: Sim, não mudarei nada nesse ponto, continuarei brincando, rolando pelo chão e fazendo a maior farra!

🙂 Ter outro filho………BRINCADEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA POR ENQUANTO NÃO! RSSSS

🙂 Fazer tudo por uma família feliz!

beijos,

Um balanço de 2013

balanço

Olá!

Esse talvez será meu último post de 2.013. Sim, pois a partir de amanhã virão as correrias da virada e uma viagenzinha para descansar, ufa!
Pensando nisso, pude fazer um balanço do que foi esse primeiro ano passado como MAMÃE! Foi um ano de muitas sensações, muitos sentimentos e muito aprendizado.

🙂 A adaptação: No início de 2.013 foi aquele período ainda de adaptação, ou seja, Davizinho com três meses de vida, chorando muito à noite e a bela aqui achando que iria surtar.

🙂 Crise de desespero: Houve o período em que entrei em crise durante a licença maternidade, pois é uma fase quase impossível de sair de casa, as horas pareciam voar, me sentia horrível e achava que nunca mais sairia de casa para me divertir! kkkk

🙂 A volta ao trabalho: Mais uma crise! Dor no coração, dias de tristeza intermináveis. O retorno ao trabalho é uma tortura para nós mamães, achava que não ficaria bem longe do meu bebê. Mas tudo foi se ajeitando e o coração acalmando a medida em que os dias iam passando.

🙂 A volta ao trabalho, parte 2: Depois me achei o máximo. Como não voltar a trabalhar? Como não voltar a me arrumar, maquiar, usar salto, conversar com pessoas e me sentir importante profissionalmente? Ufa, que bom voltar ao trabalho! kkkkk

🙂 A vida real: Ao retornar ao trabalho, pude então vivenciar a vida real: trabalhar o dia inteiro, supermercado, casa, arrumação, comida, bebê, hora do sono e novo período de adaptação e novamente achei que não ia dar conta.

🙂 O primeiro passeio sem o bebê: Daí um belo dia resolvemos sair a noite para um passeio, sem o baby. Tudo maravilhoso, uma respirada, massssss, o assunto não era outro senão aquele ser que nos esperava em casa, além de uma pontinha de sentimento de culpa por deixa-lo! Oh céus! rsss

E assim se passaram muitos episódios: batizado, aniversário, dias de vacina, resfriado, choros, risadas, falta de criatividade para fazer papinhas, casa bagunçada, árvore de natal, mala de viagem, cara lavada, atrasos, brincar no chão, e muitas, mas muitas comemorações a cada conquista e a cada aprendizado de cada deliciosa fase…
Ufa, foi um ano intenso, um ano incrível, um ano repleto de lições de como ser gente! Lições para adultos, viu!
E assim seguiremos para mais um ano a espera de mais ensinamentos e muita história boa para contar nessa INCRÍVEL que por si só a palavra já define o que é ser mãe – NAVE que se chama assim, pois para mim é um embarque numa viagem fantástica e MÃE, pois é um dom que recebemos divinamente para sermos presenteadas com um anjo do Céu enviado por Deus para “NOS ABRILHANTAR”.

Feliz Ano Novo!

Quando você não está bem, mamãe também não está…

Bom dia.

Há alguns dias não passo por aqui, simplesmente fiquei sem vontade de escrever, pois passamos dias complicados e desgastantes.
Apesar de eu comemorar que o Davi sempre foi resistente e nunca precisou ir ao médico, quando algo resolveu aparecer, foi tudo de uma vez.
O primeiro episódio, que eu já contei antes, foi a conjuntivite. Depois disso, ele não dormiu mais direito à noite. Acordava muito, resmungava e se mexia o tempo todo e nem sequer na nossa cama ele adormecia tranquilo. Foram noites difíceis e mal dormidas e dias de trabalho me arrastando. Em 8 dias foram 3 visitas ao Pronto Atendimento, uma falta no trabalho e 2 atrasos.
Saldo: primeiro conjuntivite, depois, inflamação na garganta, tosse, muita tosse, depois uma reação alérgica que deixava seu corpinho completamente vermelho e “pipocado” e choro, muito choro.
Bom, depois de uma semana a base de colírio, anti alérgico, inalação e até xarope caseiro da vovó, eis que essa noite foi um pouquinho melhor. Um pouco de agito por causa do nariz entupido, mas conseguimos dormir um pouco mais de horas.
Até brinquei com a minha mãe dizendo: “Ahhhhh, agora sim senti na pele o que é ser mãe, então tava fácil até agora!”.
Mas é isso, nada a minha volta estava bem se meu filhote não estivesse com sua saúde em perfeito estado. Nada é mais importante do que o seu bem estar físico e mental, nada tem maior prioridade a não ser ver o seu sorriso no rostinho. E assim desejo que Papai do Céu nos proteja sempre para que possamos seguir em frente e que eu tenha sempre força e sabedoria para dar a ele segurança, confiança e o que mais precisar para se sentir bem.
E assim vamos caminhando. Viver sempre para aprender…

Pais maus, vocês são?! Para refletir.

foto: alebrito.spaceblog

foto: alebrito.spaceblog

Bom dia.

Tenho comigo que nada acontece por acaso. De uns tempos pra cá percebi que meu comportamento com o Davi teve que mudar em algumas situações. Fase ou não, o fato é que ele começou a querer fazer algumas malcriações do tipo, atirar um objeto longe quando tentamos tirar da sua mão, gritar quando chamamos sua atenção ou quando falamos para não abrir uma gaveta, por exemplo, ele insiste em abrir nos encarando como se estivesse desafiando nossa paciência. E haja!
Ontem tive umas dessas cenas e falei um pouco mais alto com ele, dei bronca mesmo, tirei os brinquedos e fui fazê-lo dormir. Ele chorou, ficou sentido, até parecia magoado e por fim adormeceu.
Depois disso, me senti chateada também, pensei: “Como dói dar broncas, como dói ter que negar a brincadeira fora de hora porque já é hora de dormir, como dói ver aqueles olhinhos cheios de lágrimas me olhando”. E assim fui me deitar!
Hoje logo cedo abri o Facebook e no grupo das mamãe que participo logo vi um texto que uma delas postou e que me fez refletir muito. Dei uma pesquisada na internet e vi que não é um texto novo, existem muitas publicações sobre ele, muito se fala a respeito e eu decidi compartilhar aqui para que outras mamãe possam também tirar algumas lições.
Claro que cada um tem a sua opinião, seu jeito de educar e cada um sabe o resultado que melhor se encaixa na sua família. Porém, devemos pensar sempre no futuro, o que devemos deixar para os nossos filhos (que não é bem material) e que será valioso para a sua formação como cidadão? Vamos pensar!

Por: Dr. Carlos Hecktheuer- médico psiquiatra

“Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães, eu hei de dizer-lhes: – Eu os amei o suficiente para ter-lhes perguntado aonde vão, com quem vão, e a que horas regressarão.

– Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio, e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
– Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar os doces que tiraram do supermercado, ou revistas, do jornaleiro, e fazê-los dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem, e queríamos pagar”.
– Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
– Eu os amei o suficiente para deixá-los ver, além do amor que eu sentia por vocês, o meu desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
– Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
– Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para lhes dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até me odiaram).

Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci… Porque, no final, vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães; quando eles perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:

“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo. As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvetes no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.

Insistiam em que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade, e apenas a verdade.

E, quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.

Enquanto todos podiam voltar tarde da noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos até os 16 para chegar um pouco mais tarde; e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos, ao voltar).

Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, roubo, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por crime algum.

FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!

Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos PAIS MAUS, como eles foram”.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:

NÃO HÁ PAIS MAUS O SUFICIENTE!

Boa reflexão!

As delícias de cada fase

Olá!

Estive observando e pensando nas mudanças e no desenvolvimento do Davi nesse primeiro ano que passou. Apesar da minha melancolia de vez em quando, em já sentir saudade dele bebezinho, como já postei algumas vezes, percebi que cada fase é melhor do que a outra e agora está sendo mais legal ainda, mais divertido, vou explicar:

🙂 A primeira fase foi aquela inicial, dos primeiros aprendizados: como dar banho, saber identificar o chorinho dele, se está com fome, com sono, com frio ou calor, enfim, quando estávamos nos conhecendo.

🙂 Depois veio aquela fase em que ele começou a se mexer mais, a enxergar as coisas a sua volta, torcíamos para ele dar um sorriso pra gente!

🙂 Em seguida foi aquela fase em que ele começou a brincar, reagir com as nossas gracinhas e com os brinquedos que oferecíamos a ele. Só de lembrar aquelas carinhas e o desespero em querer pegar os brinquedos já dá vontade de morder!

🙂 Então começou a sentar, ahhh que delícia vê-lo sentadinho brincando, olhando para a tv, tombando pra frente, para trás ou para o lado! kkkkk demais!

🙂 Veio em seguida o início de engatinhar. Poxa, muito mais fácil para nós, pois ele diminuiu o choro consideravelmente já que conseguia se locomover sozinho e não precisava mais berrar “chamando” a gente (apesar da canseira em estar toda hora atrás dele).

🙂 Nessa fase agora está simplesmente incrível!!! Ele interage muito mais com a gente, já consegue expressar e mostrar com o dedinho o que quer (bom, esse dedinho parece estar engessado de tanto que fica apontando para uma direção qualquer kkkkkkk), já ensaia algumas palavrinhas, conseguimos ouvir e perceber a diferença quando ele chama mamãe, papai ou vovó, se esconde, “canta”, balbucia o tempo inteiro, corre engatinhando e dando gritinhos quando dizemos “Vou te pegar”, pega o controle remoto e aponta para a televisão para ligar, etc.

Enfim, posso afirmar que esse momento está sendo muito divertido, gostoso e prazeroso para nós. Foi uma evolução rápida, cada dia uma novidade e que nos fez amá-lo e querer estar perto dele ainda mais.
Agora só falta começar andar, digo que ele está meio preguiçoso, fica de pé, anda se apoiando nas coisas, mas quando seguramos a sua mãozinha para andar e logo senta no chão. rsss Mas essa novidade é outro incentivo para a minha melancolia voltar, pois já disse que quando eu o vir andando, saberei que ali começarei perder um pouquinho do meu filho para o mundo! Exagerei agora? kkkkkkkkkk

beijos 🙂