Dica: Joelheiras para engatinhar

Olá!

Vou indicar hoje um acessório muito simples, porém, que se tornou muito útil lá em casa. Desde bem pitico o Davi ganhou um par de joelheiras para engatinhar.joelheira
Eu não tinha ideia do quanto ele usaria e “cuidaria” dos seus joelhinhos. Eu quase não as via, pois ficava na minha mãe e como moramos em apartamento, com piso de madeira, não sentia falta do acessório. Minha mãe sempre falava para eu levar, mas eu sempre esquecia.
Porém, agora que ele está maiorzinho e fica pra lá e pra cá engatinhando, em algumas ocasiões de passeios percebi sua importância. Um dia estávamos no condomínio da minha sogra e o levamos para ficar na piscina das crianças. Como ele não para, ficou engatinhando por toda a área (que é daquelas pedras que vocês devem conhecer), além do mais estava muito sol e então percebi que ele mudou o jeito de engatinhar. Ficava com uma perninha no chão, com o joelho para engatinhar e a outra ele apoiava o pezinho, tirando o joelho do chão. Mais tarde percebi que ele estava incomodado, os joelhinhos ficaram vermelhinhos e raladinhos, tadinho! Foi aí então que me lembrei das benditas joelheiras.
Em outro dia, na casa da minha mãe, que tem piso, quintal grande, coloquei a proteção e vi que ele se movimentava mais confortável e com mais liberdade, ou seja, elas não são frescuras e protegem sim a pele do bebê, além de evitar que a perninha fique encardida de sujeira, facilitando nossa vida na hora do banho! kkkkk`
É fácil de achar, você pode encontrar na Alô Bebê, na Americanas e outras lojas e vem com estampas bem lindas e divertidas!

Vantagens da joelheira:

🙂 Protege o joelho do bebê

🙂 Oferece mais liberdade de movimento

🙂 Movimento fica mais confortável

🙂 Evita que a sujeira deixe o joelhinho encardido rs

🙂 Não é caro

🙂 Não escorrega, pois vem com bolinhas anti derrapantes

Fica então a dica desse acessório!

Davi com as suas joelheiras.

Davi com as suas joelheiras.

beijos

🙂

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O dilema dos andadores:

Olá!

Faz tempo que ouço falar sobre os perigos em utilizar os famosos andadores. Aqueles modelos que sempre existiram, com rodinhas em que a criança é colocada num “cestinho” e se arrasta pra lá e pra cá.
Pesquisei muito e a maior parte das informações eram de que realmente o acessório era perigoso, com grandes riscos de acidentes, tanto que no Canadá eles são proibidos.
O maior risco é a queda, podendo atingir principalmente a cabeça do bebê, com traumas sérios. A segurança do andador também é outro fator a ser observado, pois ele deve aguentar o peso do bebê, trancos e possuir em seus componentes, peças que não tragam riscos de acidentes.
Mas e aí, usar ou não usar? Algumas pessoas da minha família viviam me perguntando se eu não compraria o andador e quando eu respondia que não, reagiam como se fosse um absurdo. Minha sogra queria porque queria dar de presente um para o Davi. Ele já havia ganho um de presente do meu sogro, daqueles de leãozinho, que tem um suporte que levanta na parte de trás e ele sai arrastando. Porém só vai utilizar quando conseguir ficar bem sustentado de pé e já dando alguns passinhos com segurança.
Pensei, pensei e decidi então ceder e deixar que minha sogra comprasse.
Cheguei à conclusão de que os cuidados com a criança, saber monitorá-la, o local onde ela irá utilizar, o tempo que ficará no andador (sim, pois é importante, rolar, se arrastar, sentar), tudo isso ajuda a minimizar qualquer tipo de risco. Pois bem, o Davi adorou! O modelo do filme “Carros”, com luz, som, carrinho de brinquedo e até seta com o barulhinho de verdade, uma graça!
Uma outra opção que eu já havia escolhido, mas ainda não havia encontrado, foi o andador portátil, que “veste” na criança e segura como se fosse uma “marionete” rssss. Esse andador, auxilia a manter o equilíbrio, dando à criança uma sensação maior de liberdade, ajudando nos primeiros passos. Além de aliviar as costas da mamãe e do papai rsss.
Pois bem, na dúvida, compramos um e ganhamos mais dois, dessa forma não teremos dúvidas em qual será mais útil, pelo menos para indicar depois! 🙂
Abaixo os modelos que o Davi ganhou para o seu treinamento:

Modelo tradicional. Conforme pesquisas, o que oferece mais riscos de acidentes, porém, depende também dos cuidados com a criança.

Modelo tradicional. Conforme pesquisas, o que oferece mais riscos de acidentes, porém, depende também dos cuidados com a criança.


Modelo Fisher Price. Tem uma alça que levanta e prende na parte de trás e o bebê vai arrastando. O nariz do leão acende e toca música.

Modelo Fisher Price. Tem uma alça que levanta e prende na parte de trás e o bebê vai arrastando. O nariz do leão acende e toca música.

Modelo portátil. Auxilia no equilíbrio e proporciona sensação de liberdade nos primeiros passos.

Modelo portátil. Auxilia no equilíbrio e proporciona sensação de liberdade nos primeiros passos.

Coleira para criança?

coleira 2

Ontem li uma reportagem no UOL que me deixou intrigada. Eu já tinha ouvido falar em “guias” para crianças. O nome correto é contentor, uma espécie de mochilinha em formato de bichinhos (macaquinho, ursinho, etc), com um cordão que a mãe segura para a criança não “fugir”. Confesso que achei a proposta um tanto esquisita, talvez tenha que me acostumar um pouco mais com essa opção que pode até ser útil num lugar com muita aglomeração de pessoas, enfim, preciso refletir um pouco mais.

Segue abaixo a reportagem, na íntegra:

‘Coleira’ para criança, contentor não substitui limites dados pelos pais:

No Japão, na Europa e nos Estados Unidos, o acessório é bastante popular. E entre os adeptos da ideia, a menção à coleira usada em animais é evitada, por ser considerada pejorativa. “O nome correto para o objeto é contentor, mochila-guia ou ainda cordão de confiança”, diz o psicólogo Reginaldo do Carmo Aguiar, especialista em terapia comportamental pela UFU (Universidade Federal de Uberlândia).

Seja qual for a denominação, o uso do acessório tem se intensificado no Brasil e vem gerando bastante controvérsia entre pais e profissionais da educação.

Para Aguiar, recorrer ao contentor é uma estratégia viável quando os filhos são agitados demais. “Crianças que querem muito explorar e que, frequentemente, soltam-se das mãos dos pais e saem correndo, colocando em risco sua integridade física, podem se beneficiar do acessório. Além do mais, o perigo urbano é real. O cuidado que os pais têm hoje deve ser maior do que a 20 anos atrás, porque aumentou o trânsito de carros, a quantidade de pessoas nas ruas e a violência.”

Para funcionar bem nesses casos, o contentor deve ter uma faixa de tecido que não machuque a criança e que, de preferência, seja comprida e regulável. Assim, ela não tem a sua mobilidade totalmente restringida.

Outro cuidado é que, para não ferir a criança, física e emocionalmente, os pais não se valham de trancos e puxões para chamar a atenção do filho, quando ele começar a se distanciar muito.

No mais, os especialistas alertam que é preciso evitar o uso constante da peça, pois ela pode atrapalhar a conquista da autonomia e o aprendizado de limites, fundamental para que a criança se desenvolva plenamente.

“Esses contentores foram pensados para serem usados em crianças com idade entre 18 e 36 meses, que não têm qualquer compreensão de riscos e perigos. Porém, conforme vão crescendo, é importante que a criança viva situações de separação dos pais –ainda que momentâneas–, que experimentem o mundo conforme a sua curiosidade e que aprendam a dizer não aos perigos”, declara a psicanalista Gláucia Faria da Silva, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo.

Segurança ou comodidade

Para a assistente-administrativa Suelen Cavalcante Vida, 28 anos, o uso do contentor é uma estratégia para garantir que os filhos, Théo Marques Cavalcante, 2 anos e 6 meses, e Sofia, 1 ano e 4 meses, não se percam dela em ambientes lotados, quando ela precisa sair sozinha com os dois.

“Comprei um porque tive de fazer uma viagem sozinha com as duas crianças e fiquei em pânico só de me imaginar em um aeroporto, em época de final de ano, com eles. Comprei um modelo mochilinha que o meu filho adora usar”, fala.

Suelen lembra que teve dificuldade para achar o item no Brasil e teve de pedir a uma amiga para trazê-lo do exterior, desembolsando uma quantia correspondente a R$ 40. “O Théo é muito curioso, gosta de andar. E o acessório o deixa com as mãos livres para explorar o quanto quiser. Apesar disso, garante a segurança. A Sofia eu, normalmente, levo no colo”, diz.

Ela conta que, antes de optar pelo contentor, passou por maus bocados com as duas crianças em ambientes com grande circulação de pessoas. “Uma vez, em um shopping, o Théo saiu correndo e eu, com a Sofia no colo, não conseguia alcançá-lo. Foi sorte ele trombar com um vigia, que fez a gentileza de segurá-lo para mim. Em outra oportunidade, estava com ele em um restaurante flutuante e ele quase caiu na água, porque saiu correndo da mesa de repente. Por tudo isso, acho que usar o acessório, em ocasiões bem específicas, é importante para garantir a segurança dele”, fala Suelen.

Pensar no bem-estar da criança, e não no conforto próprio, parece ser a chave para o bom uso do recurso. “O contentor não pode ser a única forma de controle sobre a criança, assim como também não deve ser usada simplesmente para garantir mais comodidade aos pais. É fundamental que, no papel de educadores, eles se comuniquem com o filho e ensinem limites desde cedo”, afirma o psicólogo Reginaldo do Carmo Aguiar.

Entre os que são contrários à ideia do contentor, mesmo o uso em situações especiais é recriminado. “Os pais devem frequentar lugares onde se sintam seguros para levar seus filhos, principalmente, se têm dificuldade de controlá-los”, declara a psicóloga Maria Alice Fontes, do Núcleo de Estudos do Comportamento e Desenvolvimento do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Para ela, uma criança que é segurada firmemente pelas mãos dos adultos em situações de risco, em geral, já está devidamente protegida. “Se uma criança precisa ser presa por uma coleira, provavelmente, está no local errado ou, então, está tendo um comportamento opositor que precisa ser compreendido e tratado pelos pais, fora de locais públicos”, diz.

Outra possibilidade sugerida por opositores desse artefato de contenção é o uso de carrinhos dobráveis. “Sem dúvida, essa solução é mais segura e, sob certos aspectos, menos constrangedora. Porém, a contenção é muito maior, a criança fica impossibilitada de seguir a sua curiosidade natural e aprende menos dos estímulos vindos do ambiente”, afirma o pediatra Benedito Scaranci Fernandes, professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Fonte: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/08/20/coleira-para-crianca-contentor-nao-substitui-limites-dados-pelos-pais.htm