A primeira semana na escolinha!

ESCOLA 1

 

Olá!

Passada uma semana de escolinha, vamos ao resumo (ou longa história rss), dessa nova aventura:

Fiz questão que, nessa primeira semana de adaptação eu e meu marido pudéssemos participar pessoalmente junto com  o Davi, estarmos próximos, então, combinei com a minha mãe que eu sairia do meu trabalho voando para pegá-lo e leva-lo na escolinha. E foi assim:

Logo que cheguei na minha mãe ele já estava esperando prontinho, mas nem deu bola quando perguntei se queria ir para a escola, ele simplesmente achou que era um passeio qualquer. Conferido os itens da mochila (lanche, fralda, lencinho, caixa de ovo para a atividade do dia, kit higiene, etc), lá fomos nós…

Chegamos na porta da escola e o Davi todo curioso com aquela fachada pintada com menininhos e menininhas, toda colorida. Apertamos a campainha e fomos surpreendidos, pois, ao abrir o portão, as crianças estavam sentadas em roda e logo começaram a cantar uma musiquinha linda, tipo uma saudação de boas vindas para o Davi. Eu não me lembro bem como era a letra, mas dizia que “faremos de tudo para sermos seus amigos”, “bem vindo” e no final eles gritaram “Davi, Davi, Davi”. Muiiiitttooo legal, fiquei emocionada, mas ele ficou meio tímido entre a rua e o portão de entrada. rssss

Bom, logo as diretoras o receberam e o convidaram para se sentar com os amiguinhos na roda. Ele foi, mas sem tirar os olhos de mim. A professora então pediu para formar uma fila para ir para a salinha de aula, uma aluna pegou na mão do Davi e o levou até a sala. Uma lindeza!

Nessa hora, fiquei um pouco afastada, para ver como reagiria. Pois bem, não demorou nada para ele já pular, gritar, gargalhar e brincar de roda. De vez em quando eu ia dar uma espiada, foi quando conclui que a ideia de eu ficar na vista dele não era legal, pois quando eu aparecia, ele logo me chamava pra ficar com ele e quando eu me escondia, ele relaxava e brincava.

Então observei de longe, por mais alguns instantes e foi aí que vi Davi conversando com uma amiguinha. Essa, por sua vez, logo lascou um beijo na boca dele e eu, assustada soltei: “Nossa, mas já? Perdi meu filho!!!” Arrancando gargalhadas das professoras.

E assim decidi que já poderia voltar ao trabalho, caso ele viesse a chorar, me ligariam para busca-lo. Mas não, uma hora depois liguei na escola e a diretora me disse que estava tudo em ordem e logo me enviou umas fotos via Whatsapp, mostrando que realmente estava tudo indo bem. Coisa mais linda do mundo ver aquela coisinha pequena sentadinho da carteira da sala, prestando maior atenção na professora!!!!

Os únicos momentos de chororô foi  no final do dia, quando o soninho bateu e ele queria a chupeta (que eu mandei na mochila, mas ela tentam evitar) e quando os amiguinhos iam embora e ele percebia que ia ficando sozinho…mas logo o papai apareceu para busca-lo e tudo fico bem. Na agendinha só elogios de comportamento: cantou musiquinhas que já sabe, comeu bem e se divertiu muito!

E assim foram: primeiro, segundo e terceiro dias. No quinto dia a professora me liga dizendo que Davi estava febril. E foi aí que se confirmou tudo o que todos disseram quanto ao ingresso na escola: ficar dodói. Não pensei que seria tão rápido, mas foi: noite em claro, vômito, febre alta, Pronto Socorro, infecção de garganta e uma semana de antibiótico. Primeira vez!

E assim terminamos a semana, com a primeira falta do ano.

Hoje minha mãe o levou, foi o pior dia: muito choro e sofrimento. A vovó não queria deixa-lo durante todo o período e eu insisto na adaptação. Com ela vai ser mais delicado colocar na cabeça que vai ser bom pra ele e pra todos. Liguei uma vez e ele estava tranquilo, brincando…Deus queira que a semana termine bem…

 

Salinha de aula.

Salinha de aula.

Diversão

Diversão

Atividade

Atividade

O primeiro "trabalhinho"

O primeiro “trabalhinho”

 

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Meu filho vai pra escola! E agora?

escola-2

Olá!

Nesse exato momento sinto o friozinho na barriga. Tipo aquela ansiedade do primeiro dia de aula, do dia da entrevista, do primeiro dia de trabalho…aquele medo do “sei lá o que” rsss Simplesmente porque daqui a pouco eu vou sair do trabalho para efetivar a matrícula do Davi na escolinha. Ainnnn!!!!

Foi uma decisão meio no “supetão”, não planejávamos para agora, esperaríamos mais para o final do ano, quando ele tivesse perto de três anos, porém, num jantar com os meus pais certo dia desses, meu pai deu um sinal dizendo que o Davi estava dando muito trabalho, que minha mãe estava cansada, que minha sobrinha na idade dele já ia para a escolinha, que ele tinha que fazer amiguinhos, etc, etc, etc. A mensagem foi bem entendida por nós e é bem verdade que o Davi está numa fase de muita energia e precisa de mais ainda para acompanha-lo. Ainda mais agora que minha mãe está mega dedicada à minha vó que teve uma fratura numa queda e está na cadeira de rodas…motivo suficiente para adiantarmos nosso planejamento inicial.

É bem verdade que esse planejamento “futuro” incluía a nossa condição financeira, então, fiquei o mês de dezembro pesquisando escolas, preços, indicações, prós e contras. Incrível a variedade de questões a serem avaliadas: estrutura da escola, higiene, aparência das crianças no ambiente, abordagem da profissional enquanto nos atendia, método de ensino, valores, o que inclui, o que não está incluso, formas de pagamento, localização, horário, alimentação, enfim, enquanto uma tinha algo que nos atraía, outra tinha mais ainda, mas deixava a desejar em outro quesito. E assim fomos às visitas, às eliminações, até que decidimos por uma:

Perto de casa, já que minha mãe o levará, com horário intermediário, pois “EU” quero pegá-lo e tentar implantar uma nova rotina de sono, já que Davi dorme muito tarde hoje (por volta de 23h) e às vezes a vovó o deixa dormir por volta de seis, sete da noite. A escolinha tem um bom espaço, é bem arejada, tem uma área aberta de recreação onde o sol bate bem gostoso, as crianças me pareceram bem tratadas e bem espertas, inclui o jantar e de todas as escolas que visitamos, foi a que cobrou o menor valor em material didático – sendo da mesma Editora das outras – e ainda me deixou livre para escolher comprar na escola ou pesquisar fora.

Enfim, tudo decidido agora vou partir para o “vamos ver”, fazer a matrícula e começar a pensar na próxima etapa que será a ADAPTAÇÃO! Mais minha do que a dele, talvez, mais da vovó também, que está angustiada com a ideia de ele ir para a escola já (ela não sabia o que fazer quando meu pai começou a conversa no jantar naquele dia). Será que ele será bem cuidado, será que fará amiguinhos logo, será que saberá brincar, será que ficará confortável, será que ficará feliz, será que vai me odiar por isso? kkkkkkk Será? Será? Será? Como diz a Luna do desenho “Show da Luna”: “São tantas perguntas”! rssssss

Mas é isso, não dizem que criamos filhos para o mundo? Pois bem, o meu está começando a conhecê-lo e então tenho que me preparar para dar todo o apoio, segurança e confiança que ele precisar.

Depois volto pra contar…