Me sentindo a “menas” mãe

Olá, olá olá!

Quanta correria! Os últimos dias foram de muito trabalho na empresa. Tanto que as horas passaram voando no escritório e eu nada de conseguir um tempinho para postar aqui no blog e ao chegar em casa sem comentários, nada de conseguir um espacinho para postar! Bom, pelo menos conseguimos uma folguinha prolongada nesse final de semana que passou. Como foi dia do securitário, meu marido pegou folga e eu consegui negociar na empresa! Uebaaaaa!
Fizemos o que mais gostamos: PRAIA! Tudo estava maravilhoso, pegamos dias lindos de sol, mas um fato isolado tirou minha tranquilidade e me deixou mega chateada!
Quando viajamos para a praia, sempre me preocupo com a proteção do Davi: alimentação, água de coco para hidratar, proteção solar, boné, sombra, enfim, tudo para que ele se divirta com segurança. Mas dessa vez vacilei! Fomos para um lugar com muito verde, árvores, mato e, de quebra, borrachudos e pernilongos, muitos deles! Numa única noite que passou, ao acordamos, olhei para o Davi e vi seu rostinho todo picado, tudo vermelho! Foram 12 picadas só no rosto (ainda bem que eu sempre deixo ele dormir com um calça leve e um body de mangas compridas), um desastre, uma surra em mim! Como pude esquecer de protege-lo?
Eu não sabia se podia aplicar repelente nele, usamos aqueles de ligar na tomada, com pastilhas, sabe, mas não adiantou! Tentei até comprar um repelente “Kids”, mas o rótulo dizia para não aplicar em crianças menores de 2 anos e eu fiquei com medo!
No outro dia fomos até a farmácia, porque as picada estavam bem vermelhas e eu fiquei preocupada em inflamar (pelo menos aparentemente não coçava, pois ele não levava as mãozinhas nas picadas). As pessoas olhavam para ele e brincavam com dó daquele restinho marcado e eu me sentia pior ainda! A atendente nos indicou um gel de uso pediátrico próprio para picadas de insetos e alergia. Depois nos mostrou um repelente da Johnson’ s próprio para bebês que eu comprei, mas a m@$%* já estava feita!
Enfim, a outra noite de sono foi mais tranquila, tomada ligada, gel nas picadas e repelente no corpinho. Nada de novas picadas, apenas uma mãe que acordava toda hora pra ver ser estava tudo ok!
Enfim, mais um aprendizado para embarcar na nave mãe, mais uma experiência para contar e dividir com outras mamães…

Essa foi a loção que compramos. Na próxima consulta falarei com o pediatra a respeito!

Essa foi a loção que compramos. Na próxima consulta falarei com o pediatra a respeito!


Fiz uma rápida pesquisa sobre o uso do repelente em bebês, aí vai:

🙂 Sete respostas sobre o uso de repelentes em crianças:
fonte: http://delas.ig.com.br/filhos

1. Qual a idade mais apropriada para começar a usar repelente? Por quê?

De acordo com Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Hospital Albert Einstein e do Instituto Saúde Plena, em São Paulo, e com Samar Mohamad El Harati, dermatologista da Unidade Anália Franco do Hospital São Luiz, também na capital paulista, a partir dos seis meses. Antes disso a pele da criança é muito sensível. Por isso, até lá, Samar recomenda o uso do creme de citronela, que é manipulado e funciona bem contra insetos. A especialista afirma que é a partir dos seis meses que o bebê começa a ter mais anticorpos e, com isso, uma melhor defesa da pele. Mas é preciso estar sempre atento aos sinais de alergia que a criança pode vir a ter – principalmente se o pai ou a mãe da criança são alérgicos, ressalta Jorge.

Por outro lado, a pediatra Kerstin Abagge, presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), recomenda o uso de repelentes só a partir dos dois anos de idade. Antes disso, a solução é apostar nas proteções mecânicas. “É mais por uma questão de segurança, já que absorção da pele do bebê é maior que a dos adultos e existe maior risco de reações alérgicas”, explica a especialista.

Samar sugere a realização de um teste de contato com médicos especialistas, para verificar possíveis alergias da criança. De qualquer forma, o uso de repelentes adultos só está liberado para depois dos 12 anos de idade.

2. Antes disso, o que pode ser feito para evitar as picadas de insetos?

Mosquiteiros, telas nas janelas e roupas de manga comprida são algumas das alternativas que os especialistas indicam – e que muitas mães já conhecem. Mas há uma recomendação que, embora de eficácia ainda não comprovada por pesquisas científicas, pode funcionar para os menores: a vitamina do complexo B. “Parece que ajuda a manter os bichos afastados, mas se por um lado existem mães que aprovaram o uso da vitamina, outras dizem que não adiantou nada”, conta Jorge.

Anthony Wong, médico pediatra e toxicologista do Hospital das Clínicas, recomenda atenção com os bichinhos que podem aparecer em casa e lembra que é preciso manter as condições de higiene para que o inseto da dengue não venha a se proliferar.

3. A que os pais devem prestar atenção ao comprar um repelente para os filhos?

O principal mesmo é que o repelente passado na pele das crianças seja realmente feito para elas, e não para adultos. E que sejam testados dermatologicamente, claro. Segundo Kerstin, a concentração das substâncias ativas é menor nos repelentes infantis e, por esta razão, diminui o risco do produto ter efeito tóxico para as crianças. “Isso não consta em todos os rótulos, mas a concentração de DEET, um composto químico presente na maioria dos repelentes, deve ser abaixo de 15% no caso de repelentes infantis”, explica ela.

Há também repelentes com uma substância chamada picaridina, que possui um cheiro mais fraco que o DEET e, portanto, menor possibilidade de causar reações como espirros ou lacrimejar dos olhos. Nos repelentes de uso infantil, a concentração de picaridina deve ser de até 10%.

4. O uso de repelentes elétricos ou inseticidas é indicado perto das crianças?

Segundo Samar, não há nenhum problema em usar repelentes elétricos, contanto que a criança não fique num ambiente completamente fechado enquanto o protetor está ligado na tomada. Portanto, se o repelente estiver em ação durante as horas de sono das crianças, é só deixar a porta aberta – e de preferência, colocá-lo numa tomada bem ao lado da saída.

Mas, para crianças com problemas respiratórios, o produto é contraindicado. “Pode acabar interferindo e desencadear uma alergia”, alerta Kerstin. Isso também pode acontecer no caso do uso de inseticidas. Por isso, eles não devem ser utilizados perto de crianças alérgicas. Se não há nenhuma doença respiratória, o recomendado é que se aplique o inseticida aproximadamente quatro horas antes de a criança entrar no cômodo. “Dê preferência aos inseticidas à base de água”, recomenda Kerstin. E mantenha o local bem fechado após a aplicação. Caso contrário, a proteção vai por água abaixo.

5. E vela de citronela, funciona?

Para Anthony Wong, essa tática é pouco eficaz. “Pode diminuir o número de insetos, mas não os afasta completamente”, diz ele. Kerstin concorda. Segundo ela, as velas podem até funcionar num ambiente pequeno, mas é melhor não confiar muito. Deixar uma vela acesa dentro do quarto da criança enquanto ela dorme está fora de cogitação: ninguém quer correr o risco de ocasionar um incêndio.

6. Quantas vezes por dia o repelente pode ser passado na pele da criança?

Depende muito do lugar em que a criança estiver: se houver uma maior exposição a insetos, é indicado que haja uma reaplicação no máximo a cada três ou quatro horas, até três vezes ao dia. Assim, não há o risco do produto se tornar tóxico para a criança. Mas é preciso estar atento às indicações do fabricante. “Os repelentes com picaridina possuem uma duração efetiva de aproximadamente 10 horas”, afirma Anthony.

O neonatologista Jorge Huberman lembra que se a criança estiver transpirando por causa do calor ou de uma atividade que exija maior esforço físico, é bom ficar mais atento: o repelente pode acabar se perdendo antes das quatro horas e reaplicá-lo em um espaço menor de tempo – de duas horas, por exemplo – se torna necessário.

7. O que pode acontecer se a criança tiver uma reação alérgica a uma picada e o que os pais devem fazer nesse momento?

Uma reação alérgica consiste em vermelhidão, que leva à coceira, que pode levar a uma lesão muito maior do que uma leve picada. Dependendo da criança – e do inseto que a picou – pode-se até desencadear uma reação alérgica não só da pele, mas também respiratória, com a criança apresentando dificuldade para respirar. Em qualquer caso, a primeira coisa a ser feita é procurar um médico especialista antes de medicar a criança. Afinal, nem todos os remédios contra esse tipo de problema são inócuos e, segundo Kerstin, pode também haver uma reação alérgica a eles.

Até chegar a um hospital ou ao médico da criança, Jorge recomenda passar bastante água fria no local e aplicar talco líquido, para aliviar a coceira. “Não passe álcool – é algo que os pais sempre pensam em fazer, mas só piora”, alerta ele. E deixe o local da picada exposto: “quanto mais fechar, mais coceira a criança vai sentir”.

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Minha casa está uma bagunça!!!

HELP ME

Gente,

Ontem aconteceu algo engraçado. Ninguém percebeu, mas eu tive uma erupção interna que consegui administrar bem, pois sabia que de nada adiantaria surtar e, principalmente que isso é só o começo.
Minha sogra ia nos visitar, eu estava correndo para preparar o jantar e minha disposição ontem não estava lá essas coisas, ou melhor, eu estava totalmente lenta, se pudesse me esparramaria no sofá e ficaria por lá até hoje na hora de ir trabalhar! kkk
Pois bem, enquanto eu estava na cozinha ela chegou e na hora em que entrou meus olhos arregalaram e eu respirei fundo para não dar nenhuma gafe, já que o sorriso dela para o Davi era algo muito entusiasmado.
Ela estava totalmente coberta por brinquedos infláveis, daqueles enormes. Era um avião, uma bola, um Ben 10 e uma bóia, tudo para o Davi se acabar de brincar.
Ao ver aquela cena, a neurótica aqui ao invés de imediatamente se alegrar, não, foi logo pensando “Onde é que eu vou enfiar tudo isso? Já não tem espaço pra nada nesse apartamento!”. Dei uma olhada 360 graus pela casa e pude ver caneca embaixo da mesa, carrinho espalhado pelo chão, bonecos, ursos, sapatinho e tudo mais o que ele consegue sair jogando pelo caminho! Uau, logo eu que sempre gostei da casa arrumadinha, tipo “apartamento decorado em lançamento de empreendimento”! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bom, respirei fundo e percebi que tudo aquilo era o começo de mais uma maratona de descobertas, brincadeiras e tudo mais daquele ser que veio para sacudir nossa vida. Que não adianta mais estressar, que isso vai acontecer sim: as pessoas vão presenteá-lo porque o amam, ele vai espalhar tudo porque está aprendendo, se desenvolvendo, tornando-se curioso e cabe a mamãe aqui organizar tudo da melhor maneira e, conforme ele for crescendo e aprendendo, ensiná-lo que brinquedos devem ser guardados depois de brincar.
O que eu fiz depois? Sentei no chão e comecei a brincar junto com ele. Colocamos o pequeno sentado no centro da bóia e o arrastamos pela sala como se fosse um carrinho. Ele adorou, é claro!

🙂

Viver para aprender!

Saudade prematura!

Olá!

Estava eu pensando que em 11 meses de vida o Davi já nos proporciona uma saudade prematura. Não, não é a saudade de ficar longe, de sair para trabalhar e ter que deixá-lo, é a saudade daquele ser menor do que ainda é. Em apenas 11 meses ele cresceu, aprendeu coisas e agora bate uma saudadezinha daquele “mini gente” que mal abria os olhos, que dava gemidinhos e espremidinhas com perninhas e bracinhos.
Ontem na hora do jantar eu e meu marido observávamos ele brincar no chão: engatinhava pra lá e pra cá, subia nas coisas, tagarelava alto, ria, enfim…
E então começamos a conversar sobre a velocidade do tempo quando meu marido disse: “Daqui a pouco não vai nem querer saber da gente. Vai crescer e ir pra vida”. Calma papai, ainda vai levar um tempo!!!!
Mas não deixa de ser verdade, então, ele pegou o Ipad e começou a filmar tudo o que ele fazia, qualquer gracinha lá estava ele registrando. Era uma gargalhada, uma travessura ou…nada demais, simplesmente para guardar esse momento lindo que é ter o bebê “só nosso”.
Rimos muito com aquela bagunça. Ok, o Davi nem deu importância, continuou com suas brincadeiras e curiosidades como se nada estivesse acontecendo e nós dois lá, filmando, fazendo caras e bocas igual a bobos!
Mas foi gostoso, foi divertido, pudemos nos entregar e curtir nosso filho inteiramente naquele curto período que temos para ficarmos juntos durante a semana.
Como é bom chegar ao final de um dia de trabalho e sair correndo sabendo que vou encontrar aquele pequeno garoto que transforma minha vida de um jeito gigante.
E ao mesmo tempo em que a saudade vai, ela volta e assim imagino que sempre será!

Viver para aprender!

Saudades de você bem pequenino!

Saudades de você bem pequenino!

🙂

Com a vovó pode tudo?

Olá!

Hoje logo cedo tive uma conversinha com a minha mãe. Ensaiei muito para iniciar esse papo, já que sabia que ela iria me contrariar ou ficar sentida. Claro, o tema da conversa foi o sono do Davi. Tenho conversado muito com as meninas do grupo de mamães do Face e com amigas que tem filhos pequenos, pois os dias de sono da casa estão cansativos e o Davi ainda não tem uma rotina estabelecida, chora, não dorme a noite inteira no berço e agora que consegue se levantar sozinho fica ainda mais difícil convecê-lo a ficar na sua caminha.
Analisei algumas situações e decidi fazer algumas mudanças para tentar melhorar ou resolver essa questão.
Uma dessas mudanças, que envolve a minha mãe, foi que percebi que todos os dias ela tem o mesmo método: dar banho no bebê por volta de 18:00hs, em seguida o jantar e claro, com o relaxamento que chega o pequeno adormece tranquilamente. Só que ele vai acordar por volta de 19:00hs / 19:30hs e isso tem atrapalhado (ao meu ver) o sono noturno. Ele “recarrega” sua bateria durante essa soneca e depois o sono não vem.
ok, falei para ela que tínhamos que dar um jeito de mudar a rotina dele, dar banho mais cedo, deixar eu dar banho em casa, fazer com que ele não durma à noitinha, sei lá! Claro que eu vi que ela olhou com cara de “A culpa não é minha” e disse “Ai Davizinho, o que á gente pode fazer se você só quer dormir na casa da vovó?” Grrrrrrrrrr, uma pequena irritação me invadiu, mas mantive a calma e continuei falando com aquela carinha de vítima, como a do Gato de Botas quando quer alguma coisa! kkkkkk
Bom, então ela continuou a falar com o bebê: “ahhhh, tá bom, vamos ver o que a gente consegue fazer né Davizinho!”
Bom, eu já estava atrasada para o trabalho, fiz mais alguns draminhas dizendo que daqui a pouco eu teria que sair do trabalho, pois já não aguentava mais o sono durante o dia (exagero, claro), que todo mundo estava percebendo e blá, blá, blá, blá, blá, blá…
O fato é que que aquele ditado que diz “Mãe educa, vovó estraga”, talvez seja mesmo verdade e agora tenho a super missão de fazer com que a vovó tenha piedade da filhinha aqui e me ajude a ensinar o Davizinho dormir a noite toda na sua linda e confortável caminha…

Viver para aprender!

🙂

A vovó com o pequeno.

A vovó com o pequeno.

Mudança na “estrutura” da casa

Olha a cara do sapeca!

Olha a cara do sapeca!

De uma hora para outra percebi que tenho um bebê mais independente dentro de casa. Ele não fica mais choramingando porque está sozinho na sala ou porque não consegue sair do lugar. Pelo contrário, tenho que tomar cuidado ao me virar na cozinha porque posso pisotear uma figurinha que rapidinho aparece engatinhado por lá!
Porém, temos que ter quatro olhos, quatro braços e três pernas para dar conta da rapidez em pegar tudo o que vê pela frente e sair jogando pelo caminho. Então, entendi que chegou a hora de mudar algumas coisas em nosso lar rs.
Sempre morei em casa, só fui para um apartamento depois de três anos que me casei. Poxa, é uma baita diferença de espaço e sei que o Davi também sente essa diferença, pois fica durante toda a semana na casa da minha mãe. Brinca no quintal, na garagem, tem muito espaço para se arrastar e ficar à vontade. E então, quando chega em casa, encontra um montão de obstáculos que o deixa impaciente. Quer pegar tudo o que vê pela frente e subir em tudo que caiba aquele corpinho pequeno.
Segue uma lista de mudança que já alterou a “estrutura” da casa depois que o Davi começou engatinhar:

🙂 A mesinha de centro da sala já era. Não havia espaço para ele ficar e quem disse que ele fica sentadinho no sofá como antes?
🙂 Precisamos urgentemente de travas para as gavetas, pois ele abre e tira tudo pra fora. Sem contar que prende os dedinhos (pior que nem chora rsss)
🙂 Tapetes: São um empecilho para engatinhar, atrapalha, o bebê fica preso ou sai enrolado no pano. kkkk um sarro!
🙂 Garrafas de vinho ao alcance: Tenho na cantoneira da cozinha, já peguei o pimentinha em pé na cantoneira com uma garrafa na mão. Um susto!
🙂 O berço já desceu um nível, mas ainda assim temos que ficar atentos, pois ele dá um jeito de se apoiar e ficar sentado ou de pé dentro dele.
🙂 Enfeites: Todos foram afastados do alcance dele, ou eliminados. No lugar estão carrinhos e outros brinquedos que podem ser pegos.
🙂 Protetores de canto. Muito úteis já que tombos e fuçadas com as mãos podem machucar.

Daí me pergunto: com tantos brinquedos espalhados, por que as outras coisas (que não são nem um pouco para bebês) são muito mais atraentes? Sim, nossos exploradores querem conhecer novos caminhos, escalar novas “trilhas”, novos desafios, aprender, aprender, aprender. E nós, temos a obrigação de fazer com que essas descobertas sejam as mais seguras possíveis.

Viver para aprender!

Papinha caseira x Potinhos prontos

Uma dúvida que surgiu é sobre a utilização das papinhas (ou sobremesas) que compramos prontas em potinhos no supermercado. Eu vivo com essa dúvida quando estou fora e preciso comprar o vidrinho. Estou cansada de ouvir meu pai dizer “Aqui em casa não tem nada industrializado, o Davi come tudo preparado pela sua mãe, nada de potinho” (o Davi fica com a minha mãe enquanto estou no trabalho). Ok pai, eu sei que as papinhas caseiras, com ingredientes selecionados são muuuuuuuuito melhores. Mas e as prontas, não são recomendadas?
Pesquisei sobre o assunto para continuar comprando nas emergências ou banir de vez do cardápio do bebê e descobri informações importantes:

♥ Papinha Caseira:

papinha caseira

🙂 Prós:

1. Maior variedade de sabores, combinações e texturas
2. Pode ser preparada com ingredientes nutricionais específicos para a necessidade do bebê
3. Pode ser preparada em maior quantidade, para congelar e consumir em porções (o bolso agradece)
4. Uso de ingredientes frescos, inclusive orgânicos
5. Frutas frescas e com melhor aproveitamento dos elementos nutricionais
6. O prazer em preparar o papá de nossos filhotes

😦 Contra:

Nada!

♥ Papinhas prontas:

papinha pronta

🙂 Prós:

1. Praticidade, de boa qualidade e elaboradas com rigor nutricional
2. Em geral, sem conservantes
3. Melhor para ser levada em passeios ou viagens longas, já que a papinha caseira pode estragar mais rápido por causa da temperatura inadequada

😦 Contra:

1. Após aberta, só deve ser guardada se a porção de consumo for separada antes, se for mantida sob refrigeração e por, no máximo, 24 horas
2. Menor variedade de sabores e preço mais alto
3. Consistência, cor e sabores parecidos, o que torna a alimentação monótona e menos atraente
4. Não favorecem o desenvolvimento da mastigação

Resumindo: No dia-a-dia a melhor escolha é preparar as papinhas e sopinhas em casa e em situações esporádicas como passeios e viagens, levar as industrializadas.

Viver para aprender!

O exemplo dos pais:

exemplo

Vi essa foto no facebook e achei muito interessante. Isso porque desde que o Davi nasceu eu já penso (e presto bem atenção) nos exemplos que vamos dar a ele. Acredito que tudo o que falamos, uma postura, modo de falar, tom de voz, manias, enfim, tudo isso será como um espelho refletido nele. Sim, porque tudo é aprendizado e, conforme convive com as pessoas mais próximas, vai se moldando da forma como tudo é transmitido a ele.
Sendo assim, me preocupo muito em mostrar as coisas da melhor maneira possível, como por exemplo, evitar palavrões dentro de casa (tenho que monitorar meu marido nos dias de jogos de futebol – nada fácil), não gritar num momento de raiva ou de discussão (pelo menos perto dele) e falar de maneira educada.
Não podemos achar que as crianças não entendem nada, ao contrário, elas imitam os comportamentos dos pais. Meu marido ama futebol, quando tem gol ele grita mesmo, vibra! De uns tempos pra cá, qualquer programa de esporte que tenha e que esteja transmitindo gols de qualquer time, o Davi levanta os bracinhos e grita: “Eeeeeeeeeeeeee”. Por que será? rs
Agora, imagina a cabeça da criança que ouve o tempo todo palavrões dentro de casa e, quando solta um é repreendida por isso? Confuso, não!
Portanto, o melhor a fazer é construir um ambiente saudável, de harmonia e, principalmente de boa conduta. Afinal, de que modo e por qual motivo você quer ouvir alguém dizer “Tal pai (mãe), tal filho (a)?”