Finalmente, um dia só meu!

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Olha eu por aqui!!!! rs

Saudades de escrever!

Comecei minha semana contente, pois tive um final se semana diferente. Não fui à festa de família, não fiquei em casa de bobeira e nem me estressei de tanto faxinar a casa! Uebaaa!
Bom, o que eu fiz então? Fui num encontro de amigas que há exatamente 15, isso mesmo, 15 anos não nos víamos. Uma delas organizou tudo e uma a uma foi aparecendo e confirmando presença. Amigas de Secretariado, curso técnico que estudamos 4 anos juntas (de 1997 a 1999) Uau!
Conforme o final de semana foi chegando, fui ficando ansiosa: “será que vou conseguir participar?” “será que conseguirei adiantar tudo para poder ir?” “será que terá alguém para ficar com o Davi?”, etc, etc, etc!
Deu tudo certo!!!!
O campeonato de futebol do meu marido começou justamente no sábado, então ele saiu logo de manhã de casa. Um pouco mais tarde meu cunhado veio buscar o Davi, pois ele e minha sogra levariam ele para assistir uma peça infantil no Itaú Cultural. Olha que máximo, minha sogra ficou com o Davi e ainda com um programa diferente para ele (e ela, claro), se divertirem!!!
Bom, assim que todos saíram começou o MEU dia, só MEU! Liguei uma música alta (nossa quanto tempo EU não escolho a música num sábado kkkkkk) e fui tomar um belo banho…..depois me arrumei tranquilamente, escolhi uma roupa, maquiagem, perfume, dancei pela casa, troquei algumas mensagens com as meninas e lá fui eu, toda prosa para o encontro com “azamigas”! Até o dia contribuiu, estava lindo, um sol maravilhoso depois de uma semana inteira de mega frio.
Gente, foi um dia especial, demos muitas risadas, lembramos de muitos acontecimentos da época da escola, falamos de filhos, família, jogamos muita conversa fora e minha cabeça estava muito, muito, mas muito leve mesmo!
Sair da rotina me fez muito bem, nada de casa para limpar, festinha na família, correria, corre pra lá e pra cá que nem uma louca e quando vê já acabou o dia!
Preciso fazer isso mais vezes, sair da alienação e entender que eu também mereço um dia de lazer, de me reunir com as amigas, de manter contato com pessoas tão queridas que deixamos que o tempo vá levando junto com ele. Ahhhhhhh as amigas, como nos fazem bem! E de quebra ainda foi proporcionado um dia especial para a vovó (mãe do marido), que quase não fica com o Davi tanto tempo assim! Nem peguei no pé do papai, tipo “que horas você chegou?” rssss
Saldo do dia: mamãe se sentindo “mulherzinha descolada” e todo mundo feliz!
Quando é o próximo mesmo? rsssss
🙂

Parto Natural: Relato de uma amiga querida!

Olá!

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Muito se debate sobre a decisão do tipo de parto a escolher. Eu não costumo entrar em discussão, pois acredito que uma mãe deve estar livre para decidir. Sua escolha foi a que mais lhe deixou segura, tranquila e ponto final. Eu decidi pela cesárea, senti medo de não aguentar as dores, fiquei insegura, então, estava certa da minha decisão.
Porém, nada mais admirável do que uma mãe que dá a luz ao seu filho da forma mais natural possível, sentindo todas as dores e sensações desse momento mágico e glorioso na vida de uma mulher. É sim uma guerreira, é sim um momento que deve ser aplaudido. Todas as mães são poderosas, todas as mães são espetaculares, mas tiro o meu chapéu para aquelas um pouco mais corajosas, que se deixaram levar pelo verdadeiro amor que suporta tudo!
Deixo aqui o relato da minha querida amiga, que há pouco tempo foi presenteada com o Samuel. Ela teve parto natural e é um relato emocionante, que pode ajudar outras mamães a decidirem sobre sua escolha. A você tia Feti, minha salva de palmas.

“Eu sempre quis ter um parto natural, nunca encarei as dores como um empecilho, mesmo sem saber como elas eram. Acreditava que não conseguiria passar por essa vida sem ter a experiência de parir, e desde que engravidei pedi a Deus que me desse uma gestação saudável para que pudesse realizar esse sonho.
Foi com muito sacrifício, buscando muitas informações e lutando literalmente contra o sistema que eu consegui ter meu tão sonhado parto natural. Passei por 5 obstetras, 4 pelo convênio e 1 pelo SUS, onde terminei meu pré natal, até começar passar na triagem da Casa de Parto Sapopemba e abrir meu plano de parto. Dos obstetras do convênio, 2 eram cesarista convictos, 1 deles que foi quem me acompanhou no pré natal, queria me operar com 32 semanas, alegando que minha placenta estava “velha” e meu bebê magrinho e quando comentei que pretendia ter meu bebê de parto natural, ele me disse que eu queria voltar à época das cavernas. O outro terminou a consulta dizendo “Você precisa marcar logo sua cesárea, senão vai ficar sem vaga no hospital” – nem preciso dizer que fugi deles, não voltei mais.
Não tenho nada contra a cesárea, mas esse não era o meio que eu havia escolhido para ter meu filho, faria se houvesse alguma complicação.
Samuel resolveu nascer dia 23/06/2014, dia do jogo do Brasil x Camarões. Enquanto os fogos explodiam eu sentia as dores da chegada dele. Foram dias esperando este momento, acompanhando as contrações de treinamento, os sinais que meu corpo dava que estava chegando a hora. Cheguei na Casa de Parto as 17hrs com dilatação total, mas Samuel estava alto, foram quase 4 horas até ele nascer, exercícios na bola embaixo do chuveiro, troca de posição. Durante todo o trabalho de parto eu pude me alimentar, meu marido (Arturo) e a minha prima Marcia (que é doula) me acompanharam durante todo o tempo, me deram forças e mesmo quando o cansaço me consumia, não me deixaram desistir.
Ele chegou chorando alto, pesando 3.130kg com 50cm, veio direto para os meus braços, molhadinho, ainda ligado a placenta pelo cordão umbilical. Meu marido pode cortar o cordão assim que o ele parou de pulsar, nunca vou esquecer do seu cheirinho, do toque da sua pele e dele se acalmando em meu peito quando ouviu minha voz. O Arturo acompanhou tudo, desde a contagem dos intervalos entre as contrações até a última força que fez seu filho nascer. Viu seu filho vir ao mundo, me viu parir e juntos vimos uma nova fase em nossas vidas começar. Nasceu uma criança, nasceram também o pai e a mãe do Samuel, porque é assim que nos colocamos na vida a partir desse momento. Foi sem dúvida o melhor momento da minha vida!
Não houve intervenções desnecessárias, foi sem anestesia, sem ocitocina, não foi feita episiotomia, tive uma laceração pequena, levei 2 pontinhos, sai andando da cama após o parto, tomei banho sozinha, e dei de mamar na primeira hora. Meu bebê nasceu em um dia e no outro estávamos em casa.
Parir não é fácil, mas é recompensador, para mim foi um ritual de passagem, as dores me mostraram que posso suportar muito mais do que imaginava, porque houve um momento em que achei que não aguentaria…mas meu corpo foi feito pra isso, Deus o fez assim!
Depois de muita luta, vejo que valeu a pena, faria tudo de novo. E Deus mais uma vez foi fiel e concedeu o desejo do meu coração, não há palavras que descreva o nosso primeiro encontro.”

Fernanda Cavalcanti

Desabafo de uma mãe, esposa, profissional, passadeira, lavadeira, diarista……….

Olá!

mãe

Tenho vindo muitíssimo pouco escrever no blog. Não porque não queira, mas pelo simples fato de que, quando me dou conta, já passa da meia noite, o amanhã já virou hoje e eu preciso dormir para começar tudo outra vez. Meus dias estão cada vez mais cheios de tarefas, mais cansativos e eu, mais esgotada.
Quando tive a ideia de escrever o blog, foi para que eu pudesse ir guardando recordações do crescimento do Davi, contando tudo o que achasse legal de lembrar mais tarde, ler quando der vontade e para dividir com amigos queridos, os acontecimentos do dia a dia. Porém, tenho percebido que algumas coisas estão ficando para trás. Algumas gracinhas, algumas novidades não contei aqui e vão passando! 😦
Tenho uma tia querida que me ajuda na limpeza da casa, porém, infelizmente teve problemas de saúde e está afastada, o que me gerou mais tarefas. Meus dias estão se resumindo assim: cobrir férias de um companheiro de trabalho e dar conta do meu, sair correndo, passar no supermercado, fazer o jantar, colocar as roupas para lavar, recolher as bagunças pela casa, passar roupa e fazer a faxina no sábado o dia inteiro e puff…uma mãe mega cansada, com pouca paciência e um bebê pra lá e pra cá, agarrando minhas pernas, querendo atenção! Triste pra mim, mas essa tem sido minha rotina diária. E ainda levanto umas duas vezes durante a noite, pois o Davi ainda choraminga. Tem horas que o papai não serve mais e ele quer só a mamãe.
Cheguei a conclusão de que nós, mulheres, esposas, profissionais, domésticas, etc, etc, etc, somos realmente SUPER! Não é nada fácil dar conta de tudo e tem uma hora que nos olhamos no espelho e perguntamos para nós mesmas: será que dou conta?
Mas SIM, damos conta com certeza! Ainda acho um espacinho para me jogar na cama, no chão e fazer uma baguncinha nos poucos minutos do dia que me restam para passar com o meu filhote. Daí, quando ele adormece, eu o coloco no bercinho, olho aquela carinha e me dá uma dor no peito de pensar como os dias passam voando, como somos cheias de afazeres, como temos pouco tempo juntos.
Só quero me dedicar a não ficar alienada na rotina, mergulhada nas inúmeras coisas para fazer e esquecer de separar um tempo para mim, para minha família, para nosso lazer. Não quero me sentir aliviada porque meu filho está quieto no quarto vendo Peppa Pig sem dar um pio. Quero enxergar que a vida vai passando, sem parar, sem esperar nossa decisão de aproveitar nossos filhos pequenos aprender palavras novas, músicas novas, brincadeiras novas…
Ser mulher é isso, ser mãe é isso e muito mais…

Encarando as frustrações

Menina-Triste

Olá!

Estava lendo hoje num grupo do face, o relato de uma mãe que contou que sua filha chegou da escolinha super triste, pois não tinha sido convidada para a festa do pijama de uma coleguinha, sendo que todas as outras meninas haviam sido convidadas. A mãe contou que comprovou, dias depois, pois viu no face as fotos da festinha da colega, com as amiguinhas. Ela estava totalmente chateada e perdida, sem saber como lidar com a situação. Eu li vários comentários de outras mães com diferentes sugestões “do que fazer”. Umas diziam que tinha que tirar satisfação na escola, outras achavam que tinha que conversar com a mãe que fez a festinha, outras, que tinha que fazer uma festa para a menina que não foi convidada, enfim….fiquei pensando muito no assunto. Até me senti triste como aquela mulher que via sua filha frustrada, sem saber o que fazer, como agir e isso chegou a doer em mim.
Dentre todos os comentários que li, não consegui concordar com nenhum, fiquei pensando em como eu agiria e só consegui concluir que eu faria tudo dentro de casa, ou seja, não responsabilizaria ninguém, mostraria, da forma mais didática possível, que isso faz parte e que é possível superar de forma menos dolorida.
Bom, comecei a ler sobre o assunto e confirmei minha opinião com algumas informações:
Eles irão perder no jogo, ficar de mal do amigo, tirar notas baixas, não ter o brinquedo que quer, enfim, a decepção fará parte da vida, porém, com papel importante no desenvolvimento deles. “ahhhhhh, mas são muito pequenos ainda para entender de decepção”. Li no portal Educar para Crescer, no site da Abril, que a decepção começa desde o nascimento. “Nos primeiros meses de vida, o bebê vive uma fase conhecida como fase egocêntrica, que se caracteriza por desejar que todas as suas vontades sejam atendidas imediatamente. Quando a mãe não dá o seio imediatamente após o choro (seu desejo), ela já o está frustrando”
Claro, nenhum pai e mãe querem ver seus filhos sofrerem, acho que até sofrem mais do que os pequenos, mas temos que ter em mente que nosso papel é fundamental para dar o consolo, e, principalmente, orientar para que a criança amadureça e se torne forte!
“As frustrações, por menores que sejam e, independentemente da idade da criança, constituem situações onde ela constrói parâmetros internos para lidar com situações de conflito, negação e perdas. Faz parte do desenvolvimento infantil e do crescer. Nessas situações a criança aprende a ter condições emocionais e de se equilibrar diante de um desconforto. Além disso, aprender a superar as decepções é um grande exercício de criatividade. A cada situação de frustração a criança consegue encontrar algo que a traga novamente ao equilíbrio. Ela encontra uma saída para lidar com o desconforto. Todo este movimento tem a ver com a criatividade” (educarparacrescer.abril.com.br)
Para mim o caminho é esse… e como li e gostei, vou deixar essa frase para finalizar:
“Quem aprende a superar as frustrações na infância se torna um adulto que enfrenta desafios com menos receios e medos” (Itamara Teixeira Barra, psicopedagoga e coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Nossa Senhora do Morumbi)

🙂

Síndrome mão-pé-boca

Olá!

Hoje aprendi mais uma: que existe uma doença chamada mão-pé-boca.
Sexta-feira cheguei em casa do trabalho e o Davi estava com uma febre repentina, que começou por volta de 19:00hs. Minha mãe contou que ele brincou o dia inteirinho e não havia dado nenhum sinal de problema. Bom, encontrei meu bebê “murchinho” no sofá, medicamos com paracetamol e observamos. Não tardou para ele começar a reclamar e ter alguns calafrios, o que nos motivou a levá-lo no Pronto Socorro.
Logo que saímos do elevador, ainda em casa, ele deu um banho de vômito no papai, foi um episódio complicado: papai correu pra trocar de roupa e pegar outra para o Davi, mamãe esperou lá embaixo com a bolsa, o guarda-chuva, a coberta e o Davi todos sujos, chuva, frio, enfim…contorcionismo para resolver tudo e sair logo para o PS.
No hospital a médica nos falou que ainda era cedo para diagnóstico, que era para controlar a febre e se persistisse era para voltar. Medicou com Dramin, Dipirona e liberou a gente 1 da manhã…
Bom, sábado a febre ia e voltava, nada de querer comer, mas estava brincando, porém, muito manhoso…domingo, nada de febre, continuava sem comer…e na boca, um pouco abaixo do queixo, começaram aparecer pequenas bolhas, que achamos normal pois ele baba muito e usa a chupeta (já aconteceu antes). Na segunda-feira melhorou: nada de febre e comeu um pouco melhor, mas as bolhas na boca estavam mais vermelhas e em maior quantidade, achei estranho. Quando cheguei em casa, depois do trabalho, percebi que as bolhas não tinham melhorado e apareceram nas mãozinhas (principalmente na palma), no ante braço e onde fica o elástico da fralda, daí não tive dúvida, vamos voltar no médico!
Eu havia comentado com algumas mamães e uma delas comentou sobre o vírus Coxsackie, que o filho dela teve, inclusive as bolhas que ela mostrou eram idênticas aos locais e aparência das do Davi. Bingo! Era isso mesmo! Eu nunca tinha ouvido falar em Síndrome mão-pé-boca, mas é esse o nome que se dá para esses sintomas. Ela é causada por contato direto com criança contaminada através da tosse, saliva, mão suja ou alimentado mal lavado ou mal cozido. Sabemos que essa fase é a que pega em tudo, põe tudo a boca, então já viu! Os sintomas aparecem com a febre (ou não, no caso do Davi ela se manifestou), bolhas avermelhadas e com pontinhas amareladas que aparecem na boca (fora ou dentro), palmas das mãos, solas do pés e, às vezes, na região genital, falta de apetite e rejeição até para líquidos, pois as feridinhas da garganta incomodam para engolir (por isso achamos que era infecção de garganta, simples).
É comum nas épocas de Primavera e Outono. Não há tratamento específico, passar nas bolinhas vaselina líquida, com cotonetes ou mesmo Hipoglós, para ajudar secar, limpar a todo momento onde ele baba, se houver febre, controlar com anti térmico, oferecer alimento leve, sem muito condimento e não muito quente, líquidos para não desidratar e aguardar, pois a médica nos explicou que, em geral, a síndrome mão-pé-boca desaparece sozinha dentro de cinco e sete dias. Após a melhora dos sintomas, o paciente adquire imunidade ao enterovírus 71, não sendo contaminado novamente. Vamos aguardar!
Enquanto isso vamos cuidando de um bebê manhoso, dodói, que só quer saber de muita atenção e carinho dedicados totalmente a ele! Uma judiação vê-lo assim!
Ai como mãe sofre! 😦

Vejam que dó! Fica bem feio...

Vejam que dó! Fica bem feio…

1 ano e meio :)

Olá!

Nosso príncipe Davi está com 1 ano e meio. O tempo parece voar e em mais um semestre lá estamos nós comemorando mais um aninho de vida. Uau! 🙂
As mudanças em seu comportamento e no seu desenvolvimento não param de surgir, a cada dia é uma novidade seja por alguma palavra nova, um dentinho que cresce ou um comportamento que nos surpreende de repente tirando muitas gargalhadas da gente.
Aqui estão alguns de seus comportamentos na fase atual:

🙂 Parece que está desenvolvendo opinião própria: se não quer aquele desenho pede outro, se não gostou do que tem no prato pede outra coisa (ovinho por exemplo rss) e às vezes cisma com uma roupa ou calçado e começa a argumentar: “Não eve mamãe” (não serve mamãe)

🙂 Já não tem dificuldades em pedir as coisas, vai até a porta da geladeira e pede “none” (danone), suco, água ou “kuti” (Yakult). rss

🙂 Uma delícia quando está vendo os clipes da Galinha Pintadinha, que ele adora. Consegue completar e às vezes até acompanhar algumas musiquinhas.
Exemplo: Palma, palma, palma, E ele completa: “Pé, pé, pé”, bate o pezinho e gira ao mesmo tempo que canta. Uma lindeza!

🙂 Está cada vez mais sociável. Não se esconde das pessoas no elevador e começa a cumprimentar todo mundo, dá joinha e quando estamos num restaurante não pode ver ninguém servindo que fica chamando “tiaaaaaaaaaaaaaaaa” kkkkkkkkk

🙂 Adora brincar. Imita sons dos carrinhos, avião, cavalinho, cachorro e gato. Quando não quer mais brincar sozinho ele chama: “Vem cá mamãe”, batendo com a mãozinha na perninha. Tem também “bincá mamãe” (brincar mamãe) ou “sentar mamãe” pra eu sentar e brincar com ele no chão.

🙂 Quando chega em casa enrola a língua pra contar que viu a lua, a estrela e que foi passear com o papai.

🙂 De repente vai para a porta, abre e vai até o elevador. Quando a gente pergunta onde ele vai, responde: “Passear” ou “pa paia” (para a praia) kkkkkk

🙂 Pede caneta ou lápis para “pintá mamãe”. Daí faz um monte de rabisco e pede para desenhar coração, sol, estrela e balão. (reconhece quando desenhamos e perguntamos o que é)

🙂 A mamãe adora ficar com os pés descalços em casa. Mas não pode ver chinelo, sapato ou tênis pela casa que traz logo: “apato mamãe” (sapato mamãe) e não sossega até que eu os calce.

🙂 Em qualquer lugar que tiver a bandeira ele reconhece e diz “alá Basil” (olha lá o Brasil).

🙂 Adora brincar de bola e grita “oléééé”, imitando o papai e “goooooollllll Daviiiiiiiiii” kkkkkkkkkk

E é dessa forma que nosso pequeno nos enche de alegria todos os dias. Esses dias estávamos assistindo tv e entre um programa que termina e outro que vai começar, tem a classificação etária com a moça que faz a linguagem dos sinais. Foi quando olhamos para ele e lá estava, mexendo as mãozinhas imitando a mulher na tv! kkkkkk foi o máximo! Todos os dias é uma festa, uma bagunça, viramos criança junto com ele e dessa forma vamos ensinando e fazendo com que se desenvolva de forma saudável, “experimente” as novidades que vão aparecendo e aprenda mais e mais!!!!!

Obrigada Senhor pelas dádivas da vida!

Joinha!

Joinha!

Recordando os primeiros dias pós parto

Olá!

Ontem à noite, enquanto tomava banho e me cuidava no banheiro, eu escutava o Davi e o papai na maior farra no quarto. Eram gargalhadas, gritos e muita bagunça vindo de lá. Foi tomando conta de mim um sentimento muito gostoso de satisfação naquele momento. De repente, comecei a lembrar do dia do parto e dos primeiros dias depois que o Davi nasceu e pensei: como nossa vida é uma caixinha de surpresas!
Fui remetida até aqueles dias e o sentimento mudou um pouco. Não que tenha sido um sentimento ruim, mas poderia ter sido melhor. Vou explicar:
Davi nasceu quinze dias antes do previsto. Eu achava que estava 100% preparada, mas não, não estava. No momento do parto, assim que escutei o chorinho dele, logo senti um calafrio imenso, sim, era um medo inexplicável, do tipo: E agora, o que eu faço? Como devo reagir? Sim, eu estava muito feliz, mas estranha também.
Na hora de amamentar, eu fiquei muito, mas muito insegura mesmo, apesar de ter recebido orientação na maternidade, o bebê não estava sugando o leite direito e tinha fome, chorava muito. Eu me sentia frustrada, talvez não tenha recebido orientação e atenção necessária depois que fui para casa e simplesmente depois que tive mastite (uma inflamação no seio, por manipulação incorreta e acúmulo de leite “empedrado” que dói horrores) não consegui mais amamentar e só ofereci fórmula para ele.
Fui para a casa da minha mãe, ao invés de me adaptar na minha, acho que errei nesse ponto, pois depois que fomos para a nossa, tivemos toda uma nova adaptação, Davi chorava muito estranhando o lugar, enfim…tudo muito difícil.
Não digo que tive depressão pós parto, mas foi um período delicado de muito aprendizado para mim. Foram dias difíceis de lidar com esse turbilhão de sentimentos que eu tinha, ao mesmo tempo em que eu sabia que agora havia um ser totalmente dependente de mim. Acho que isso foi o que me deixou mais apreensiva, eu pensava: “Não tenho o direito de me sentir assim”.
Gente, uma coisa eu digo: sei que o bebê que acaba de chegar é a estrela principal, a celebridade do momento. Porém, a mamãe que acaba de entrar num mundo totalmente novo e desconhecido, também merece total atenção e ela, de certa forma, fica ali, mesmo que inconscientemente esperando por um help. É um momento de muita fragilidade e merece também paciência e compreensão.
Claro, que essa fase passou e depois já nem pensava mais nessas coisas, mas foi um momento marcante para mim.
Hoje tenho orgulho da forma como lido com a maternidade e cada dia que aprendo algo novo, seja lendo, trocando experiências com outras mamães ou na prática mesmo, com os erros e acertos, fico mais realizada.
Se um dia vier o “segundinho”, terei tirado muitas lições da minha primeira vez e posso garantir meu esforço maior, mais paciência e persistência nas dificuldades que aparecerem.
Lembrem-se sempre que tanto bebê, quanto a nova mamãe que nasce são personagens principais na nova história que se inicia!
Voltando a falar de ontem, depois que me lembrei de tudo isso, saí do banheiro e fui logo ver aquela festa na cama. Chegando lá, ouvi aquele pitico suado de tanto brincar olhar pra mim e dizer: “vem cá mamãe” Ahhhhhhh isso é melhor do que tudo no mundo!
Amo ser mãe!

Você me faz feliz!

Você me faz feliz!

Nossa Páscoa foi uma delícia!

Olá.

Passando para contar como foi nossa Páscoa e também contar que cada dia que passa nossos dias ficam mais divertidos.
Passamos os dias do feriadão na casa de praia do vovô (meu pai) e lá aproveitamos para curtir a areia, a água do mar e levar o Davi para passear de bicicleta pela primeira vez. Ele já adora a paia (praia), então, nada melhor do que leva-lo para passear de bike na ciclovia de lá! Quando mostramos a ele o banquinho já na bicicleta, ficou um pouco desconfiado e sério, mas quando o colocamos sentadinho, logo que papai saiu com ela, já foi logo uma festa. Ele adorou! Foi bonitinho segurando no guidão dele todo animado. Eu fui com a minha sozinha, brincando com eles.
Enquanto fazíamos o passeio, ele ia apontando tudo: “alá” o piu piu, “alá” o pipa, “alá” a água, “alá a paia e assim foi durante todo o nosso caminho.
Cada dia que passa tudo fica mais divertido, brincamos muito com ele. Fazemos tanta bagunça e às vezes parece que ele fica mais feliz quando nos vê dando gargalhada de alguma gracinha que faz, do que o contrário. São tantas palavras novas que ele aprende a cada dia, que a mamãe aqui se enche de orgulho de ter um filho tão esperto! (sem modéstia, é claro kkkk)
E como era a Páscoa, fizemos a festa com os ovos que ganhamos. Sim, sou do tipo de mãe que se preocupa com a alimentação do filho, mas não sou neorótica a ponto de proibir que o meu filho coma um pouco de chocolate e fique todo lambuzado e sujo com a guloseima. Afinal, chocolate é pura felicidade (nem preciso dizer que sou um pouco doida por ele kkkkk).
E assim foi a que eu digo, nossa “primeira Páscoa”, brincamos, interagimos, falamos de Papai do Céu e assim o Davi começa a entender o sentido das comemorações.
Obrigada Senhor, por todo o merecimento, pelas dádivas que recebemos em nossa família!

Olha o pequeno animado para o seu primeiro passeio de bike.

Olha o pequeno animado para o seu primeiro passeio de bike.

Brincando de coelhinho

Brincando de coelhinho

Adorou sua cadeirinha nova para passear com o papai.

Adorou sua cadeirinha nova para passear com o papai.

Aprendendo como chocolate é gostoso! rss

Aprendendo como chocolate é gostoso! rss

Desapegos! Comprinhas que valem a pena!

desapego (3)

Olá!

Sabemos que os nossos filhotes crescem de uma maneira absurdamente rápida. Cansei de ouvir, durante a gravidez, que eles perdem roupas com muita facilidade e diziam que algumas roupinhas ou sapatinhos que eu havia comprado ele nem chegaria a usar. Dito e feito! Principalmente nos primeiros meses de vida, o desenvolvimento é tão rápido (graças a Deus, saúde) que muitas roupinhas, aquelas mais fofas, foram vestidas apenas para um registro de foto! kkkkkkkkk
Frente a isso e depois de fuçar muito na internet durante a gravidez, descobri alguns grupinhos no Facebook relacionados a desapegos das crianças. Isso mesmo, sabe aquela roupinha que não serve mais no bebê, mas que está tão novinha que nem parece que usou? Pois bem, esses grupos reúnem mamães dispostas a desapegar dessas roupinhas nesse brechozinho virtual. Encontramos roupinhas de marcas famosas com preço bem bacana!
Cada grupo tem a sua regra, mas no geral, cria-se um álbum de fotos com descrição da peça, tamanho, cidade onde a pessoa reside e o preço, que é bemmmm baixo, precinho de brechó mesmo. Lá podemos encontrar não somente roupas, mas brinquedos, calçados, acessórios e até móveis. Alguns permitem a divulgação de páginas de itens novos, com etiqueta, tudo negociado com a vendedora na parte de comentários ou em particular.
Eu já compro desses grupos desde bem no começo da minha gravidez, economizei bastante e economizo até hoje com roupinhas, calçados e brinquedos que comprei para o Davi. Claro, já ouvi dizer de extravios e roupinhas desgastadas, já que tudo ocorre na base da confiança (negociação, preço e o envio via Correios que é pago pela compradora), mas no meu caso, sempre tudo chegou direitinho e ainda me rendeu algumas amizades com mamães vendedoras que comprei mais de uma vez. Já fui até retirar um carrinho de passeio na casa de uma delas!
Ainda não comecei vender meus desapegos, começo a fotografar, mas me falta um pouco de paciência para criar o álbum e confesso, olho, olho e me torturo para escolher o que guardar e o que desapegar rsss. Mas vou fazer, pois daí, com o dim dim das roupinhas, posso comprar outras e assim a economia é ainda maior!
Vou deixar abaixo alguns dos grupos que participo, espero poder contribuir com outras mamães para que seus babies fiquem lindos gastando menos. Ahhhhhh, deixo claro que essa é uma divulgação voluntária, não tenho nenhum vínculo com nenhum deles 🙂

🙂 Brechó For Babies
🙂 Effe’s Brechó – http://www.effesbrecho.com.br (esse é exclusivo da Aline, uma vendedora querida e caprichosa)
🙂 Brechó Carter´s
🙂 Desapegos Macetes de Mãe
🙂 Desapegos de Meninos
🙂 Produtos para bebês, crianças e mamães
🙂 Cresci e Perdi, estou vendendo

Boas compras! ♥

Voltamos!

Uau! Depois de tantos dias sem aparecer por aqui, voltamos!
Tiramos nossas merecidas férias e, durante os dias de folga decidi que iria ficar totalmente Off, dedicada 100% à minha família. E foi assim que aconteceu. Retornamos às nossas atividades normais na semana passada, mas até organizar tudo e, principalmente fazer com que o corpo e a mente voltem à labuta, foi um pouco complicado! rsss
Passamos dias muito, mas muito gostosos juntos. Na primeira semana fomos para o litoral norte e ficamos por lá durante 8 dias. O Davi mandou muito bem e se divertiu muito nas praias de Ilha Bela, Ubatuba e Caraguá. Nada de choradeira, apenas bagunça, muita bagunça com a água a areia e muuiiiiito sol que, graças a Deus fomos abençoados com dias muito coloridos e quentes.
Quando voltamos de lá, ficamos uns poucos dias em casa e novamente fizemos as malas para viajar, dessa vez direto para Guarajuba, na Bahia.
Para lá fiquei um pouco com frio na barriga de ir, pois seria a primeira vez que viajaríamos para mais longe com o Davi e só nós três. Porém, foi uma experiência maravilhosa. Tudo era novo para o meu pequeno, então, tudo era festa. Mesmo tendo acordado às quatro e meia da manhã, quando chegou no aeroporto e viu os aviões de verdade (ele adora aviões), pirou, gritou, apontou, ficou totalmente encantado e maravilhado! Durante o vôo ele queria “experimentar” todos os botõezinhos, tivemos que fazer alguns malabarismos para acalmá-lo, mas logo adormeceu e fizemos uma viagem tranquila.
Chegando ao hotel ele já estava bem cansado de tantas horas de carro, avião e Van. Ficou bem irritado e não queria comer nada. Aliás, acho que esse foi o único probleminha que tivemos durante nossa estadia. Foi difícil ficar longe da comida da vovó e fazê-lo comer num lugar diferente, numa rotina diferente. Mesmo tendo um restaurante exclusivo para crianças no hotel, ele preferia brincar e ver as outras crianças correndo pra lá e pra cá.
Nossas férias foram muito proveitosas, procurei me dedicar por inteiro ao meu filho e ao meu marido, brincar, abraçar, beijar, dar muito carinho aos dois. No dia a dia também fazemos isso, mas com a rotina nossa cabeça fica meio alienada e viramos um pouco de “robôs”.
No dia do retorno da viagem, logo que chegamos no aeroporto de Salvador e, do nada, deu um febrão no Davi que eu não tinha ideia do por quê, já que momentos antes ele estava brincando normalmente e, de repente ficou choramingando e não queria nada! Saímos de lá no sábado e isso durou até domingo à noite (a febre ia e voltava, mas ele estava bem, brincando). E como num passe de mágicas, quando chegou na vovó na segunda-feira, tudo voltou ao normal, acho que era saudade da casa, das pessoas, do mimo da vovó…
O mais difícil desses dias todos foi ter que deixa-lo na casa da vovó. Depois de dias dormindo, acordando e brincando o tempo todo juntinhos, olhar para trás e ver aqueles olhinhos com soninho dando tchau! Snif! Doeu!
Mas ok, mamãe tem que voltar a trabalhar e lutar para que possamos desfrutar de dias incríveis como esses que passamos!
E viva nosso trabalho!