Mudança na “estrutura” da casa

Olha a cara do sapeca!

Olha a cara do sapeca!

De uma hora para outra percebi que tenho um bebê mais independente dentro de casa. Ele não fica mais choramingando porque está sozinho na sala ou porque não consegue sair do lugar. Pelo contrário, tenho que tomar cuidado ao me virar na cozinha porque posso pisotear uma figurinha que rapidinho aparece engatinhado por lá!
Porém, temos que ter quatro olhos, quatro braços e três pernas para dar conta da rapidez em pegar tudo o que vê pela frente e sair jogando pelo caminho. Então, entendi que chegou a hora de mudar algumas coisas em nosso lar rs.
Sempre morei em casa, só fui para um apartamento depois de três anos que me casei. Poxa, é uma baita diferença de espaço e sei que o Davi também sente essa diferença, pois fica durante toda a semana na casa da minha mãe. Brinca no quintal, na garagem, tem muito espaço para se arrastar e ficar à vontade. E então, quando chega em casa, encontra um montão de obstáculos que o deixa impaciente. Quer pegar tudo o que vê pela frente e subir em tudo que caiba aquele corpinho pequeno.
Segue uma lista de mudança que já alterou a “estrutura” da casa depois que o Davi começou engatinhar:

🙂 A mesinha de centro da sala já era. Não havia espaço para ele ficar e quem disse que ele fica sentadinho no sofá como antes?
🙂 Precisamos urgentemente de travas para as gavetas, pois ele abre e tira tudo pra fora. Sem contar que prende os dedinhos (pior que nem chora rsss)
🙂 Tapetes: São um empecilho para engatinhar, atrapalha, o bebê fica preso ou sai enrolado no pano. kkkk um sarro!
🙂 Garrafas de vinho ao alcance: Tenho na cantoneira da cozinha, já peguei o pimentinha em pé na cantoneira com uma garrafa na mão. Um susto!
🙂 O berço já desceu um nível, mas ainda assim temos que ficar atentos, pois ele dá um jeito de se apoiar e ficar sentado ou de pé dentro dele.
🙂 Enfeites: Todos foram afastados do alcance dele, ou eliminados. No lugar estão carrinhos e outros brinquedos que podem ser pegos.
🙂 Protetores de canto. Muito úteis já que tombos e fuçadas com as mãos podem machucar.

Daí me pergunto: com tantos brinquedos espalhados, por que as outras coisas (que não são nem um pouco para bebês) são muito mais atraentes? Sim, nossos exploradores querem conhecer novos caminhos, escalar novas “trilhas”, novos desafios, aprender, aprender, aprender. E nós, temos a obrigação de fazer com que essas descobertas sejam as mais seguras possíveis.

Viver para aprender!

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